Intervención pedagógica en la Educación Superior:
de la enseñanza tradicional al aprendizaje híbrido
DOI:
https://doi.org/10.25757/invep.v16i1.462Palabras clave:
Educación híbrida, Educación superior, intervención pedagógica, aula invertidaResumen
Este artículo presenta una intervención pedagógica realizada en la asignatura de Ergonomía, ofrecida en el curso de Licenciatura en Expresión Gráfica de la Universidad Federal de Paraná, con el objetivo de demostrar cómo las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) pueden contribuir a la mejora de la educación superior. La asignatura, originalmente presencial, fue transformada en híbrida a partir de 2022, adoptando el modelo de Aula Invertida. Los contenidos teóricos se ofrecieron en videos interactivos a través de Moodle, mientras que las clases presenciales se centraron en actividades prácticas. La intervención fue evaluada mediante una encuesta aplicada a los estudiantes en 2022 y 2023, con análisis de datos cuantitativos y cualitativos a la luz de la literatura. Los resultados indicaron una percepción mayoritariamente positiva sobre la estructura de la asignatura, la flexibilidad de estudio y las estrategias de fijación del contenido. Se señalaron como aspectos a mejorar la falta de textos complementarios y el tiempo destinado a los trabajos en grupo. La experiencia confirma el potencial del aprendizaje híbrido para fomentar el compromiso y la participación activa.
Descargas
Citas
Almeida, P. (2018). Tecnologias digitais em sala de aula: O professor e a reconfiguração do processo educativo. Da Investigação às Práticas, 8(1), 4–21.
Baig, M. I., & Yadegaridehkordi, E. (2023). Flipped classroom in higher education: A systematic literature review and research challenges. International Journal of Educational Technology in Higher Education, 20(61). https://doi.org/10.1186/s41239-023-00430-5
Christensen, C. M., Horn, M. B., & Staker, H. (2013, maio). Ensino híbrido: Uma inovação disruptiva? Uma introdução à teoria dos híbridos (Fundação Lemann & Instituto Península, Trans.). Clayton Christensen Institute for Disruptive Innovation.
Damiani, M. F., Rochefort, R. S., Castro, R. F., Dariz, M. R., & Pinheiro, S. S. (2013). Discutindo pesquisas do tipo intervenção pedagógica. Cadernos de Educação, 45(1), 57–67.
Dias, E. G., & Mishima, S. M. (2023). Análise temática de dados qualitativos: Uma proposta prática para efetivação. Revista Sustinere, 11(1), 402–411. https://doi.org/10.12957/sustinere.2023.71828
Faria, A. (2024). Pandemia e aulas remotas: Reaprendendo a ser professora. Compartilha UFPR: Ensinar e aprender no contexto da pandemia, 1(1), 45–58.
Freitas, H., Janissek-Muniz, R., & Moscarola, J. (2000). Pesquisa survey: Como coletar dados para diagnóstico e planejamento. Ed. UFRGS.
Han, H., & Røkenes, F. M. (2020). Flipped classroom in teacher education: A scoping review. Frontiers in Education, 5(221), 1–20. https://doi.org/10.3389/feduc.2020.601593
Machado, N. S., Lupepso, M., & Jungbluth, A. (n.d.). Educação híbrida. Universidade Federal do Paraná.
Moran, J. (2015). Mudando a educação com metodologias ativas. In C. A. Sousa & O. E. T. Morales (Orgs.), Convergências midiáticas, educação e cidadania: Aproximações jovens (Vol. II, pp. 15–33). UEPG.
Paiva, A. P., Silva, A. L., & Paiva, L. F. R. (2022). Ensino híbrido e metodologias ativas de aprendizagem com o uso das tecnologias digitais da informação e comunicação: A retomada de um embasamento conceitual e as perspectivas para a educação superior. Research, Society and Development, 11(14), e34611530422. https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/34615/30422/401710
Peres, P., & Pimenta, P. (2011). Teorias e práticas de b-learning. Edições Sílabo.
Pisseti, R., Valença, R., & Souza, M. (2021). Tendências Sistema Fiep 2021. Departamento Regional do Paraná – SENAI.
Silva, A. N. G. (2018). Diretrizes para o estímulo à colaboração entre estudantes de design (Tese de doutorado). Universidade Federal do Paraná. https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/57939
Silva, A. N. G. (2022). Pandemia e aulas remotas: Reaprendendo a ser professora. In L. Lorenzetti & L. M. Meira (Orgs.), Compartilha UFPR: Ensinar e aprender no contexto da pandemia (pp. 101–112). UFPR.
Silva, A. N. G., & Sierra, I. S. (2023). Integrando escaneamento 3D e modelagem digital no ensino de Antropometria: Uma abordagem multidisciplinar. In nais do ERGODESIGN & USIHC 2023 & JOP’Design 2023 (pp. 871–884). Blucher.
Silva, L. R. M. S. (2021). Metodologias ativas na educação superior: Como docentes e discentes percebem a implementação das metodologias sala de aula invertida e aprendizagem baseada em problemas (Dissertação de Mestrado). Universidade de Lisboa. https://repositorio.ulisboa.pt/handle/10451/47822
Sousa, F. (2015). O desenvolvimento de um modelo de ensino virtual num contexto de investimento incipiente em e-learning: Progressos e desafios. Da Investigação às Práticas, 5(1), 79–97.
Valente, J. A. (2014). Blended learning e as mudanças no ensino superior: A proposta da Sala de Aula Invertida. Educar em Revista, Edição Especial(4), 79–97. Editora UFPR.
Yang, Q., & Chen, C. (2024). The effectiveness of flipped classroom on autonomous learning ability: A meta-analysis. Asia Pacific Education Review. https://doi.org/10.1007/s12564-024-10013-2
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Arabella Natal Galvão da Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os artigos da revista Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional estão licenciados conforme Creative Commons Attribution License (CC BY 4.0) Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os artigos estão simultaneamente licenciados sob a Creative Commons Attribution License que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da sua autoria e da publicação inicial nesta revista.
Os autores têm autorização para disponibilizar a versão do texto publicada na Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional sem custos em repositórios institucionais ou outras plataformas de distribuição de trabalhos académicos (p.ex. ResearchGate), com a devida citação ao trabalho original.
A revista não aceita artigos que estejam publicado (exceto sob a forma de resumo ou como parte de uma tese), submetidos ou sejam submetidos durante o processo editorial a outras revistas ou publicações. Após publicado o artigo não pode ser submetido a outra revista ou publicação parcial ou totalmente sem autorização da coordenação editorial da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional.
e-ISSN: 2182-1372