Da Natureza do Conceito de Avaliação Pedagógica de alunos do 1.º ciclo com Necessidades Educativas Especiais
DOI :
https://doi.org/10.25757/invep.v5i2.82Résumé
Com este artigo, pretende-se divulgar parte de um estudo de doutoramento de natureza qualitativa sobre a avaliação para as aprendizagens de alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE). Após um breve enquadramento teórico apresentamos os resultados e as conclusões relativas ao pensamento de vários atores educativos no que respeita ao conceito de avaliação quando estão em causa alunos com NEE. Posteriormente confrontam-se esses resultados com o que é expresso em documentos do Agrupamento de Escolas onde foi realizado o estudo e com perspetivas teóricas atuais. Conclui-se que se atribui ao conceito de avaliação natureza diversa. Significados que oscilam entre abordagens essencialmente classificativas e de medida e abordagens que reconhecem a avaliação enquanto processo em que se desenvolvem interações complexas, eminentemente relacionais e com significados multidimensionais. Também emerge alguma tensão entre um discurso do apropriado e narrativas do que na realidade é concretizado.Téléchargements
Références
Afonso, A. J. (2000). Avaliação educacional: Regulação e emancipação para uma nova sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. São Paulo: Cortez.
Assessment Reform Group. (2002). Assessment for Learning: 10 Principles. research-based principles to guide classroom practice. (consultado a 12 de maio de 2010 em http://www.qcda.gov.uk/resources/assets/4031_afi_principles.pdf)
Bolt, S. E., & Roach, A. T. (2009). Inclusive assessment and accountability – A guide to accommodations for students with diverse needs. New York: The Guilford Press.
Bordas, M. I., & Cabrera, F. A. (2001). Estrategias de evaluación de los aprendizajes centrados en el proceso. Revista Española de Pedagogia, 59(218), 25-48.
Bordoni, T. (2000). Descoberta de um universo: A evolução do desenho infantil. Belo Horizonte: Linha Direta.
Costa, A. M. B. (1999). Caminho para a escola inclusiva. In Conselho Nacional de Educação, Uma escola inclusiva a partir da escola que temos (pp. 25-36). Lisboa: Conselho Nacional de Educação.
European Agency for Development in Special Needs Education. (2008a). Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos – Avaliação para a aprendizagem e alunos com necessidades educativas especiais. (consultado a 8 de abril de 2010 em www.european-agency.or
European Agency for Development in Special Needs Education.(2008b). Processo de avaliação em contextos inclusivos: Questões-chave para políticas e práticas. Dinamarca: European European Agency for Development in Special Needs Education.
Fernandes, D. (2008). Avaliação das aprendizagens: Desafios às teorias, práticas e políticas. Lisboa: Texto Editores.
Figari, G., & Remaud, D. (2014). Methodologie d’évaluation en éducation et formation: Ou l’enquete évaluative. Bruxelles: DeBoeck.
Florian, L. (2010). Inclusão e necessidades especiais: O que significa ser professor de educação especial na era da inclusão. Educação Inclusiva, 1(1), 8-14.
Ford, J., Morgan, D., & Whelan (1982). Special education and social control – Invisible disaster. London: Routledge.
Hadji, C. (1994). A avaliação, Regras do jogo. Porto: Porto Editora.
Hattie, J., & Timperly, H. (2007). The power of feedback. Review of Educational Research, 77(1), 81-112.
Iglesias, S. G., García R. E. S., & Hernández, M. S. (2010). La atención a la diversidad, un reto de la educación básica valles centrales. (consultado a 30 de agosto de 2011 em http://www.ieepo.gob.mx/meceoax/diversidad.pdf
Kauffmann, J. M. (1993). How we might achieve the radical reform of Special Education. Exceptional Children, 60(1), 6-16.
Layton, C. A. & Loock, R. H. (2008). Assessing students with special needs to produce quality outcomes. Ohio: Pearson–Merril Prentice Hall.
Lima-Rodrigues, L., Ferreira, A. M., Trindade, A. R., Rodrigues, D., Colôa, J., Nogueira, J. H., & Magalhães, M. B. (2007). Percursos de educação inclusiva em Portugal: Dez estudos de caso. Lisboa: Fórum de Estudos de Educação Inclusiva.
Meijer, C. J. W. (2003). Inclusive education and classroom practices. Middelfart: European Agency for Development in Special Needs Education.
Morgado, J. (2007). Contributo para a definição de uma política educativa (de facto inclusiva). In D. Rodrigues & M. B. Magalhães (Orgs.), Aprender juntos para aprender melhor (pp.37-51). Lisboa: Fórum de Estudos de Educação Inclusiva e Faculdade de Motricidade Humana.
Perrenoud, P. (1999). Avaliação: Da excelência à regulação das aprendizagens - Entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas.
Perrenoud, P. (2008). Pédagogie différenciée - Des intentions à l’action. France: Esf Editeur.
Pinto, J., & Santos, L. (2006). Modelos de avaliação das aprendizagens. Lisboa: Universidade Aberta.
Rodrigues, D. (2013). Equidade e educação inclusiva. Porto: Profedições.
Roeher Institute Toronto. (2004). Inclusive policy and practice in education: Best practices for students with disabilities. Ontário: Roeher Institute.
Roldão, M. C. (2005). Gestão do currículo e avaliação de competências – As questões dos professores. Lisboa: Editorial Presença.
Sacks, A. (2009). Special education – A reference book for policy and curriculum development. Millerton Road: Grey House Publishing, Inc.
Santos, L. (2008). Avaliação das aprendizagens: Funções, formas e conteúdos. In A. P. Canavarro (Org.), 20 anos em Educação e Matemática (pp. 60-7). Lisboa: Associação de Professores de Matemática.
Santos, L., Pinto, J., Rio, F., Pinto, F. L., Varandas, J. M., Moreirinha, O., Dias, P., Dias, S., & Bondoso, T. (2010). Avaliar para aprender. Relatos de experiências de sala de aula do pré-escolar ao ensino secundário. Porto: Porto Editora.
Serpa, M. S. D. (2010). Compreender a avaliação: Fundamentos para práticas educativas. Lisboa: Colibri.
Stufflebeam, D. L., & Shinkfield, A. J.(2007). Evaluation theory, models & applications. United States of America: Jossey-Bass.
Technical Assistance and Training System. (2007). Differentiation of terms: Screening, evaluation, & assessment. (consultado a 8 julho de 2011, em http://tats.ucf.edu/docs/eUpdates/Evaluation-1.pdf)
UNESCO. (2004). Changing teaching practices-using curriculum differentiation to respond to students diversity. Paris: UNESCO.
Téléchargements
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
Cette œuvre est publiée sous Licence Internationale Creative Commons Attribution 4.0.
Les articles de la revue Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional sont soumis à la Creative Commons Attribution License (CC BY 4.0). Les auteurs qui publient dans cette revue acceptent les conditions suivantes :
Les auteurs conservent leurs droits d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication. Les articles sont également soumis à la Creative Commons Attribution License (CC BY 4.0), qui autorise le partage de l'œuvre, y compris à des fins commerciales, moyennant la reconnaissance appropriée de la paternité et de la publication initiale dans cette revue.
Les auteurs sont autorisés à mettre à disposition, gratuitement, la version publiée de leur texte dans Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional dans des dépôts institutionnels ou d'autres plateformes de diffusion de travaux académiques (p. ex., ResearchGate), avec la citation appropriée du travail original.
La revue n'accepte pas les articles déjà publiés (sauf sous forme de résumé ou dans le cadre d'une thèse), soumis ou en cours de soumission à d'autres revues ou publications pendant le processus éditorial.
e-ISSN: 2182-1372