O género gramatical no nome: dos documentos normativos aos manuais escolares de português do 1.º CEB
DOI:
https://doi.org/10.25757/invep.v10i1.201Resumen
O género, como formalismo da língua e marca de concordância, existe somente em línguas que possuem concordância nominal, como o Português Europeu (PE). Esta categoria, no PE, corresponde a uma propriedade inerente aos nomes e são múltiplos os processos fonológicos, morfológicos e sintáticos subjacentes à variação em género nos nomes. Neste estudo exploratório pretendeu-se averiguar como é preconizado o tratamento categoria nominal supracitada nos documentos reguladores de Ensino do Português no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e investigar como é apresentado cientificamente e proposto pedagogicamente em manuais escolares dos 1.º ao 4.º anos.Descargas
Citas
Baptista, A. et al. (2013a). Conhecimentos implícitos e explícitos de género linguístico e suas implicações no ensino. In M. Teixeira et al. (Orgs.), Ensinar e Aprender Português num Mundo Plural. Santarém: Escola Superior de Educação.
Baptista, A. et al. (2013b). Representação e Aquisição do Género Linguístico em PE: alguns contributos a partir da análise de materiais pedagógicos. In Atas do IV Simpósio Mundial de Ensino da Língua Portuguesa. Língua Portuguesa: ultrapassando fronteiras, unindo culturas. Goiânia: Faculdade Letras da Universidade Federal de Goiás.
Bechara, E. (2003). Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna.
Brito, A. M. (2003). Categorias sintácticas. In M. H. Mateus et al. (Aut.), Gramática da Língua Portuguesa (323-432). Lisboa: Editorial Caminho.
Buescu, H. et al. (2015). Programa e Metas Curriculares de Português do Ensino Básico. Portugal: Ministério da Educação e Ciência. Disponível em https://www.
dge.mec.pt/sites/default/files/Basico/Metas/Portugues/pmcpeb_julho_2015.pdf
Costa, J. A. & Choupina, C. (2011). A história e as histórias do género em português: percursos diacrónicos, sincrónicos e pedagógicos. Coimbra: Escola Superior de Educação.
Costa, J. A. et al. (2015). Género gramatical: a complexidade do conteúdo e a sua abordagem nos documentos reguladores do ensino do Português no 1ºCiclo EB. Exedra: Revista Científica. Didática do Português. Investigação e práticas, número temático, 1, 321-352.
Cunha, C. & Cintra, L. (1984). Nova Gramática do Português Contemporâneo. Lisboa: Edições João Sá Costa.
Dicionário Terminológico (2008). Acedido a 25 de julho de 2017 e disponível em http://dt.dgidc.min-edu.pt/.
Duarte, I. (2000). Língua Portuguesa - Instrumentos de análise. Lisboa: Universidade Aberta.
Duarte, I. & Oliveira, F. (2003). Referência nominal. In M. H. Mateus et al. (Aut.), Gramática da Língua Portuguesa (205-272). Lisboa: Editorial Caminho.
Estrela, E., Soares, M. A. & Leitão, M. J. (2004). Saber escrever, saber falar – Um guia completo para usar corretamente a Língua Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores.
Figueira, R. A. (2004). A criança na língua: marcas de subjetivação na aquisição do gênero. Letras de Hoje, 39 (3), 61-74.
Lopes, A. S., Choupina, C. & Monteiro, S. (2017). A formação do professor de 1.º CEB: como articular conteúdos de Português e de Estudo do Meio?. In. L. G. Correia, R. Leão & S. Poças (Orgs.), O Tempo dos Professores (499-513). Porto: CIIE - Centro de Investigação e Intervenção Educativas/Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto.
Villalva, A. (2000). Estruturas Morfológicas: Unidades e hierarquias nas palavras do português. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Villalva, A. (2003). “Estrutura Morfológica Básica” in Maria Helena Mira Mateus et al. (Orgs.), Gramática da Língua Portuguesa. Lisboa: Caminho. 917-938.
Villalva, A. (2008). Morfologia do Português. Lisboa: Universidade Aberta.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2020 Ana Sofia Lopes, Celda Morgado

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Esta obra se publica bajo una Licencia Internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los artículos de la revista Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional están licenciados conforme a la Creative Commons Attribution License (CC BY 4.0). Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
Los autores conservan los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación. Los artículos están simultáneamente licenciados bajo la Creative Commons Attribution License (CC BY 4.0), que permite compartir la obra, incluso con fines comerciales, con el debido reconocimiento de la autoría y de la publicación inicial en esta revista.
Los autores están autorizados a poner a disposición la versión del texto publicada en Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional sin costo alguno en repositorios institucionales u otras plataformas de distribución de trabajos académicos (p. ej., ResearchGate), con la debida cita al trabajo original.
La revista no acepta artículos que estén ya publicados (excepto en forma de resumen o como parte de una tesis), sometidos o que sean sometidos durante el proceso editorial a otras revistas o publicaciones.
e-ISSN: 2182-1372