Capacitar futuros professores para a ação: práticas interventivas que partem da discussão de problemáticas ambientais
DOI:
https://doi.org/10.25757/invep.v7i2.130Resumen
A gravidade das controvérsias que afetam a nossa sociedade exige uma cidadania informada e capacitada para agir sobre essas questões. Considerando fundamental preparar futuros professores para adotar práticas educativas mais interventivas e críticas, apresentam-se os resultados de uma investigação-ação orientada para a ação sociopolítica, realizada com um grupo de alunos de um curso de formação de professores e educadores de infância que frequentavam uma disciplina de Ambiente. Este estudo pretendeu: a) envolver os futuros professores em iniciativas de ativismo sobre problemáticas ambientais por eles identificadas; b) capacitar os futuros professores com as competências profissionais necessárias à estimulação de iniciativas deste tipo nas suas aulas; e c) avaliar o impacte deste processo nas conceções dos participantes sobre as potencialidades e dificuldades deste tipo de iniciativa. A abordagem mista realizada envolveu questionários e análise de conteúdo dos trabalhos produzidos pelos alunos. A iniciativa potenciou um contexto favorável a uma ação informada e negociada dos futuros professores, que aprenderam a agir perante problemas sociais, e ao desenvolvimento de capacidades cognitivas e de conhecimento didático.Descargas
Citas
Aikenhead, G. S. (2009). Educação científica para todos. Ramada: Edições Pedago.
Alsop, S., & Bencze, L. (2010). Introduction to the Special Issue on Activism: SMT Education in the Claws of the Hegemon. Canadian Journal of Science, Mathematics, and Technology Education, 10(3), 177–196.
Bardin, L. (2009). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70.
Bencze, J. L., & Alsop, S. (2009). A critical and creative inquiry into school science inquiry. In W.-M. Roth & K. Tobin (Eds.), World of science education: North America (pp. 27-47). Rotterdam: Sense.
Bencze, J.L., & Sperling, E.R. (2012). Student-teachers as advocates for student-led research-informed socioscientific activism. Canadian Journal of Science, Mathematics & Technology Education, 12(1), 62–85.
Bencze, L., Sperling, E., & Carter, L. (2012). Students’ Research-Informed Socio-scientific Activism: Re/Visions for a Sustainable Future. Research in Science Education, 42(1), 129-148.
Cachapuz, A., Praia, J., & Jorge, M. (2004). Da educação em ciência às orientações para o ensino das ciências: um repensar epistemológico. Ciência & Educação, 10(3), 363-381.
Creswell, J. W. (2010). Projeto de pesquisa. Métodos qualitativo, quantitativo e misto (3.ªEd.). Porto Alegre: Artmed Editora.
Creswell, J. W., & Clark, V. L. P. (2011). Designing and Conducting Mixed Methods Research (2.ª Ed.). Londres: SAGE Publications.
Dolan, T. J., Nichols, B. H., & Zeidler, D. L. (2009). Using socioscientific issues in primary classrooms. Journal of Elementary Science Education, 21(3), 1-12.
García-Bermúdez, S., Reis, P. y Vázquez-Bernal, B. (2014). Potencialidades y limitaciones de los entornos virtuales colaborativos y las herramientas web 2.0 en la promoción del activismo sobre cuestiones ambientales en estudiantes de básica secundaria. Uni/Pluriversidad, 41/14 (2), 502-507. ISSN 1657-4249.
Hodson, D. (1998). Teaching and learning science. Buckingham: Open University Press.
Hodson, D. (2010). Time for action: Science education for an alternative future. International Journal of Science Education, 25(6), 645-670.
Kellner, D., & Kim, G. (2010). YouTube, critical pedagogy, and media activism. The Review of Education, Pedagogy, and Cultural Studies, 32(1), 3-36.
Kemmis, S., & McTaggart, R. (1982). The action research planner. Victoria: Deakin University Press.
McFarlane, D. A. (2012). Paradigms in 21st Century Global Science Education, A Review Essay of Derek Hodson’s Looking to the Future: Building a Curriculum for Social Activism. International Journal of Scientific Research in Education, 5(1), 18-25. Recuperado de http://www.ijsre.com.
Oulton, C., Dillon, J., & Grace, M. (2004). Reconceptualizing the teaching of controversial issues. International of science Education, 26(4), 411-423.
Perrenoud, P. (2005). Escola e Cidadania: o papel da escola na formação para a democracia (trad. Fátima Murad). Porto Alegre: Artmed.
Reis, P. (2004). Controvérsias sócio-científicas: discutir ou não discutir? Percursos de aprendizagem na disciplina de ciências da terra e da vida. Tese de doutoramento inédita, Universidade de Lisboa, Departamento de Educação da Faculdade de Ciências.
Reis, P. (2014a). Promoting students’ collective socio-scientific activism: Teacher’s perspectives. In S. Alsop & L. Bencze (Eds.), Activism in science and technology education (pp. 547-574). London: Springer
Reis P. (2014b). Acción socio-política sobre cuestiones socio-científicas: reconstruyendo la formación docente y el currículo. Uni-Pluri/versidad, 14(2), 16-26. Disponível em: http://aprendeenlinea.udea.edu.co/revistas/index.php/unip
Roth, W.-M. (2009). On Activism and Teaching. Journal for Activist Science & Technology Education, 1(2), 31-47.
Roth, W.-M., & Lee, S. (2004). Science Education as/for Participation in the Community. Science Education, 88, 263– 291.
Scheid, N. & Reis, P. (2016). As tecnologias da informação e da comunicação e a promoção da discussão e ação sociopolítica em aulas de ciências naturais em contexto português. Ciência & Educação, 22(1), 129-144.
Silva, L.F., & Carvalho, L. M. (2009). Professores de física em formação inicial: o ensino de física, a abordagem CTS e os temas controversos. Investigações em Ensino de Ciências,14(1), 135-148.
Simonneaux, J., & Simonneaux, L. (2012). Educational Configurations for Teaching Environmental Socioscientific Issues Within The Perspective of Sustainability. Research in Science Education, 42(1), 75–94.
Sperling, E., & Bencze, J. L. (2010). “More Than Particle Theory”: Citizenship Through School Science. Canadian Journal of Science, Mathematics and Technology Education, 10(3), 255–266.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2017 Elisabete Linhares

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los artículos publicados en la revista Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional se distribuyen bajo la licencia Creative Commons Attribution (CC BY 4.0).
Los autores que publican en esta revista aceptan las siguientes condiciones:
- Los autores conservan los derechos de autor de sus trabajos y conceden a la revista el derecho de primera publicación. Los artículos se publican simultáneamente bajo la licencia Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), que permite compartir la obra siempre que se reconozca adecuadamente la autoría y su publicación inicial en esta revista.
- Los autores están autorizados a depositar gratuitamente la versión publicada de su artículo en repositorios institucionales u otras plataformas de difusión académica (por ejemplo, ResearchGate), siempre que se cite correctamente la publicación original en Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional.
- La revista no acepta manuscritos que hayan sido publicados previamente (salvo en forma de resumen o como parte de una tesis), que estén siendo evaluados por otra revista o que sean enviados simultáneamente a otra revista o publicación durante el proceso editorial.
e-ISSN: 2182-1372